Novas Alices | Maria Ienke: Textos

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Cinco atitudes para começar o ano de forma positiva!

2 de janeiro de 2017

Oi pessoal! Chegamos em 2017, e eu queria muito preparar algo especial para vocês. No ano passado, eu passei por algumas crises e falta de motivação, e isso fez com que eu aprendesse muita coisa. Também li alguns livros com o intuito de autoajuda, que me ajudaram muito e pude buscar referências para escrever esse texto! Resolvi compartilhar com vocês cinco lições para se sentir mais motivado e autoconfiante, duas coisas essenciais para chegar ao sucesso! Espero que motive vocês e ajude a entrar neste novo ano da melhor forma!



Encare as mudanças.

Mudar não é fácil! Quando mudamos, a gente acaba deixando para trás os sonhos, que agora não passam de coisas bobas, amigos que juramos amizade eterna e mais um bocado de coisas. Mudar é preciso, mudar faz bem! Mas também dá medo, insegurança, afasta pessoas e você entra em uma crise existencial, onde nada parece mas fazer sentido.

Sabe quando você está indeciso, e sabe mais o que você gosta de verdade? Não se assuste, pois é o seu período de mudança! No começo é confuso, mas depois você verá a diferença. Se mudança não acontecer naturalmente, faça você mesmo acontecer. Tire férias, viaje (mesmo que pra um lugar perto), experimente novos sabores, conheça novas pessoas e faça contatos e amizades. Faça aulas experimentais de diversas coisas, até você se encontrar. Espere o seu tempo, não apresse as coisas, que tudo logo vai se encaixando. E se precisar, descanse. Todo mundo precisa de um tempo!

Em 2016, passei por um momento muito confuso da minha vida, que acredito ser a crise dos pré-30, hahaha! É difícil aceitar a mudança, e mais difícil ainda é aceitar que o tempo passa e você ainda não fez nada do que queria ter feito. Ou então, descobre algo novo! Com isso, pude perceber o quanto nos lamentamos o tempo todo. Não se lamente por ter descoberto quem você é somente agora, tudo tem seu tempo! Era pra ser agora, entende? Se isso acontecesse com você antes, não seria da mesma forma que está sendo agora! Isso foi o meu maior aprendizado, descobri em várias situações e hoje levo isso como lema para a minha vida.

Se eu não tivesse mudado nos últimos anos, eu ainda estaria procurando um emprego na carreira jornalística, eu ainda teria aquele pensamento ignorante de que só o rock é música boa, e jamais teria voltado a tocar violão, inspirada pela música sertaneja atual. Tudo porque eu tento a cada dia me libertar de padrões e regras que muitas vezes são impostas por nós mesmos, que carregamos a bandeira da liberdade, da empatia e luta contra o preconceito.

Eu não sou ligada à astrologia, mas dizem que em 2017 começará um novo ciclo. Depois do trágico ano de 2016, se encerra um ciclo regido pelo Sol, depois de 36 anos. Nossa geração, que viveu em um único ciclo, terá a oportunidade de começar tudo de novo! Pode ser que venha tempos difíceis, mas transformadores, com muito aprendizado e conquistas à base do nosso esforço e ajudando mais ao próximo.



Enxergue as falhas como aprendizado, e não como fracasso.

Acredite de verdade que esse será mesmo um novo ciclo pra você, independente de crenças ou teorias. Não acho que seja bobagem fazer promessas de Ano Novo, pois sempre fazemos isso com a intenção de que se realize e é no início do ano que tomamos aquela dose de otimismo e motivação, onde tudo parece ser uma nova chance. Mas quantas promessa deixamos de realizar, não por questão de não poder, mas apenas porque nossos planos mudaram? Você não fracassou só porque não viajou para Paris esse ano, ou porque não conseguiu comprar a casa própria. O fracasso não está ligado à coisas, o fracasso só existe quando desistimos. Se você não conseguiu o que queria, mas continua tentando, então você apenas não chegou onde quer ainda. O seu objetivo futuro depende das decisões que tomar agora!

Selecione as pessoas que você convive.

Não pense que isso é errado. Perdemos tanto tempo pensando no que os outros vão pensar e em como responder aquele antigo amigo chato que te pergunta "mas você mudou mesmo, hein? Não é mais aquele que eu conheci!" Imagina, se tudo continuasse sempre igual, ia ser tão chato, né?  Pense como algo positivo, e responda: "É sim eu mudei, que bom que eu mudei!"

Não se sinta culpado em se livrar de alguém que você ainda considera só porque foram amigos na infância ou porque é um primo distante. Se alguém não te faz bem de alguma forma, se afaste e não perca tempo falando mal dela para outras pessoas. Sei que é inevitável, às vezes, mas comece a trabalhar isso dentro de você, pois só te fará bem! 2016 foi um ano de muitas decepções para mim, mas diminuir o meu círculo de amizades e selecionar a dedo as pessoas da minha convivência só me trouxe paz! Algumas pessoas são cruéis, mas não sinta raiva, geralmente são pessoas carentes ou que tiveram uma decepção muito grande, ou ainda, alguém que sofre de alguma forma! Não tem como saber. Por isso, a melhor forma de viver é deixar de lado esse tipo de gente!



Livre-se dos preconceitos e de regras sem sentido.

Não estou falando só de preconceito em relação às minorias ou causas sociais, o preconceito está presente em tudo. Está em alguém que você critica porque está usando um look que não combina, está presente quando você ri daquela moça acima do peso de biquini na praia, está presente quando você fala que funk é um lixo (ou qualquer outro gênero). Não seja mais essa pessoa! Ninguém muda de um para o outro, mas a cada dia de cada vez. Procure sempre melhorar nessas pequenas coisas, pode parecer irrelevante, mas nos transforma aos poucos!

Esqueça as supostas regras e não dê ouvidos ao que outros tenta impor para você. Se você tem 38 anos e ainda não tem filhos, é um direito seu e ninguém tem nada a ver com isso! Viva somente para você e da forma como quiser. É claro que devemos pensar e ajudar os outros, mas de forma solidária. Quando for para tomar decisões, pense somente no que é melhor para você!

Seja grato.

Gratidão é uma das maiores virtudes que podemos ter. Seja grato pela vida, por tudo que tem e pelas oportunidades. Esse ano não irei fazer lista de objetivos! Eu tenho muitos, claro, mas minha prioridade é ser grata por tudo que já conquistei, mesmo que nas pequenas coisas. Farei planejamentos semanais e mensais, e deixar que o resultado disso venha naturalmente!

Vou dar um spoiler de como essa fase difícil mudou minha forma de pensar, me livrou de uma possível depressão, uma doença que todos nós estamos sujeitos por algum motivo ou outro. Eu faço de tudo para que as coisas não me abalem, e sei que minhas palavras talvez não possam curar ninguém depressivo, mas do fundo do coração, eu espero que possa pelo menos esboçar um leve sorriso em você que está lendo até aqui! 



A partir de agora, meu trabalho com o blog e canal começam uma nova fase. Aquela fase que eu sempre acho que vai acontecer todo ano. Mas dessa vez, eu vou trabalhar para isso, e não me lamentar, como fiz outras vezes. Faço tudo com muito amor, sempre fiz. Mas agora quero, além do amor, me dedicar a isso com profissionalismo, frequência e responsabilidade. Eu não vou prometer que vai ter post todos os dias, vídeos toda semana. Por mais que eu planeje isso, não é isso o meu foco. Meu foco é oferecer qualidade. Posts que não sejam só pesquisados no Google, mas quero passar para vocês coisas que aprendi durante a minha vida, coisas que aprendi em cursos, em livros. Coisas garimpadas, pesquisadas a fundo, o Google ajuda também, mas para ser um possível influenciador digital é preciso muito mais. Não quero oferecer algo raso, quero transmitir conhecimento e inspiração!

Não vou colocar meta de mil inscritos por mês, a minha meta com o canal é que pelo menos uma pessoa assista e se sinta satisfeita. Que essa pessoa aprenda algo! É esse o meu objetivo e o meu dever, esse é o dever de qualquer pessoa da mídia, influenciador e que trabalha nesse meio!

Começo o ano desejando um ótimo 2017 para vocês, e agradecendo. Obrigada por estar aqui!

Todo mundo precisa de um tempo (e porque isso faz tão bem!)

12 de abril de 2016

Oi pessoal! Eu voltei! *toca musiquinha do Robertos Carlos, hahaha* E o blog também! No início do ano, minha vida ficou turbulenta e eu acumulei tanta coisa que quase pirei. Decidi então fazer tudo no devido tempo e parar de me preocupar com coisas que não valiam a pena! Cheguei a um ponto em que a coisa que eu mais amo fazer na vida começou a me estressar. Por isso, através desse desabafo vou contar para vocês porque eu fiquei meio afastada e se você tiver passando por isso, pode fazer o mesmo!



Tem horas na vida que a gente começa a pensar em muita coisa, lembrar de coisas ruins e isso não faz bem. Me decepcionei com algumas pessoas, e quando isso acontece, eu acabo lembrando de outras situações parecidas que já aconteceram. E isso acontece principalmente na minha vida profissional, que claro, acaba afetando a parte pessoal. Eu também estava preocupada em fazer o blog crescer mais rápido. Todo mundo que me acompanha sabe que eu sempre gostei de fazer o que faço e que não criei o blog pensando em viver disso, era apenas uma diversão. Mas eu comecei a ver todo mundo crescer, fazer coisas legais através do blog, ganhar seguidores, comemorar inscritos e tive a impressão que todo mundo estava melhorando e eu continuava estacionada. Claro que uma boa parte disso tudo é coisa da minha cabeça, mas mesmo assim, decidi dar um tempo e refletir. 

Também vi muita intriga, muita gente criando blog só para tentar ganhar dinheiro e fazer parcerias, mesmo sem ter noção nenhuma de como realmente se faz um blog. Confesso para vocês, que mesmo não tendo nada a ver com a vida dessas pessoas, isso me incomoda muito. Eu não tenho porque não dizer isso, pois é sim, algo que me atinge diretamente, pois estou há anos na blogosfera e não meço esforços para criar o melhor conteúdo, mesmo que eu não esteja sendo paga para isso. Se eu não estou produzindo conteúdo, é porque estou trabalhando ou numa fase ruim. Mas nunca vai ser feito de qualquer jeito, mesmo que seja uma nota ou um post para algum parceiro, eu sempre vou fazer da melhor maneira possível! Só que nesses últimos tempos, eu acumulei muita coisa, e não sabia por onde continuar ou decidir o que eu iria priorizar. Ou seja, virou uma bagunça!



Lembro de um capítulo do livro "Como ter uma vida normal sendo louca", das autoras Camila Fremder e Jana Rosa, que dizia que todo mundo deveria tirar um ano sabático. Um ano acho muito tempo, haha, mas acho que todo mundo precisa de um tempo assim. Faz muito bem, é como uma terapia ou uma semana no spa, algo que te faz ficar renovada! Pensei no que eu realmente gostaria de fazer e a única certeza que tive é que não consigo viver sem o blog. Minha vida fica vazia sem esse mundo que criei e que hoje tantas pessoas fazem parte dele, isso inclui vocês! :)

Parei de correr contra o tempo e achar que tenho que fazer tudo antes dos 30. Uma das minhas blogueiras favoritas é a Lia Camargo, ela é uma inspiração para mim e nessa hora não poderia ser diferente. Acho ela é uma pessoa tão sensata, alguém que nunca precisou criar polêmica para aparecer. Eu a admiro muito por isso! Uma pessoa que cresceu devagar e sempre, com seu próprio esforço. Ela pode não ter tantos inscritos quanto várias outras blogueiras mais recentes no Youtube, mas com certeza, é nela que as marcas pensam na hora de fechar um publipost. Não estou dizendo que você deve fazer o blog pensando nisso, o que eu quero dizer é que, um trabalho bem feito vai se destacar, e não é pelo número de pessoas que te seguem. E também não há nada errado em pensar no blog como algo profissional, porque a melhor coisa do mundo é poder trabalhar e pagar as contas com aquilo que você mais ama fazer na vida!

Eu decidi fazer tudo com calma, mas bem feito! Pensei em tudo que eu já tinha conquistado com o blog e fiz um esboço do que eu quero mostrar aqui. Criei vários posts que ainda vão ao ar, fotografei muito para o blog, mas também fiz vários trabalhos fotográficos e fui a um Congresso de Fotografia, que farei post em breve. Durante o período do Congresso, andei pela praia descalço e tomei água de coco, eliminei os pensamentos e aproveitei o momento. Aprendi muito sobre a arte que eu mais amo, que é fotografar, conheci pessoas e voltei cheia de ideias novas! Passei meu aniversário em uma festa de confraternização, ganhei bolo de sorvete com vela e a banda cantou parabéns para mim! Pude aproveitar momentos a dois e compartilhar tudo isso com alguém que amo!

Aproveitei esse tempo para fotografar roupas que eu não usava e coloquei para vender! Além das roupas que não usava, decidi fazer um desapego geral. Esse doeu um pouco, pois desapeguei de coisas que eu gostava, mas que não serviam mais para mim. Não estou falando só de tamanho, eu acabei mudando de estilo nos últimos tempos e hoje uso coisas que jamais pensei usar, como um blazer, por exemplo.

Meu armário está quase vazio e cheio ao mesmo tempo, logo vou postar tudo bem detalhado sobre isso para vocês! Estou amando esse jeito simplificado de levar as coisas e tudo melhorou na minha vida! Também cortei o cabelo e desisti de pintar, acho que foi a melhor coisa que fiz para mim! Algumas mechas futuramente, quem sabe, mas nada tão radical quanto antes, haha!

Isso tudo me libertou daquela pressão e estresse que estava vivendo! Talvez seja isso que me impeça de crescer mais. Descobri que é preciso pensar positivo sempre e estar bem consigo mesmo para alcançar os objetivos! Claro que tudo é um aprendizado, não estou cem por cento, mas estou muito mais tranquila em relação a várias coisas! Eu ainda estou colocando algumas coisas em ordem e organizando melhor.

Resumindo, me tornei mais básica! E o blog acompanha essa mudança! Mudei algumas coisinhas e acho que ficou mais a minha cara. A minha nova cara, haha! Eu preparei muita coisa legal para vocês, e espero muito que vocês gostem e aproveitem essa nova fase comigo, pois vou compartilhar tudo aqui no blog!

5 atitudes que vão te ajudar a deixar de ser trouxa!

1 de fevereiro de 2016

Eu pensei muito antes de fazer esse post, pensei até em fazer vídeo, mas decidi fazer em formato de post mesmo, já que a maioria das leitoras e leitores estão acostumados com o blog e eu ainda preciso desenvolver melhor minha performance para gravar esse tipo de vídeo, haha. É uma responsabilidade e tanto, né? Falou, já era! Quando estou com pessoas que eu conheço, costumo ser brincalhona e falante, mas a verdade é que sempre fui uma pessoa introvertida e muito tímida, daquelas que ficava vermelha quando a professora mandava falar algo em voz alta na sala de aula. Por esse motivo, sempre tive vergonha de xingar, brigar, responder, perguntar ou falar sobre algo que estava me incomodando. Isso gerou alguns problemas, pois isso costuma atrair pessoas abusivas, aproveitadoras e inconvenientes, pessoas sem limites. Como eu tenho uma vasta experiência nesse assunto, resolvi abrir meu coração e compartilhar com vocês 3 atitudes que são necessárias para que ninguém mais te faça de trouxa! Leva um bom tempo para mudar, mas o pouco que você consegue, já faz toda a diferença!



1. APRENDA A DIZER NÃO
Uma das características de pessoas tímidas é não saber dizer não. O teu colega pede para você fazer um trabalho pra ele, você vai lá e faz, e muitas vezes acaba deixando para fazer o seu por último. Um exemplo bastante comum, né? Você acaba fazendo coisas que não quer e que não gosta, apenas porque fica sem jeito de negar um pedido de alguém que você tem consideração. Você não precisa falar de maneira grosseira, existem muitos jeito de negar algo a alguém sem ofender. Lembrando que uma mentirinha inofensiva também não faz mal de vez em quando! Aqui vão alguns exemplos:

"Eu gostaria muito de ir, mas realmente não posso, minha mãe precisa de mim para (insira aqui o seu motivo)." Colocar a mãe no meio é sempre um bom argumento. Primeiro, que você realmente ajuda a sua mãe quando precisa, então não chega a ser uma mentira. Segundo, ninguém vai discutir com você depois que você falar da mãe. Mãe é tipo algo sagrado, indiscutível!
"Eu faria isso por você sem problemas, mas estou estudando muito e mal consigo fazer minhas próprias coisas." Vestibular, concurso, mestrado, seja o que for, ela não iria se perdoar se você não passasse na prova por culpa dela. Então ninguém vai discutir com você! Se a pessoa for sem noção e insistir no assunto, diz que depois do tal concurso vocês conversam. É claro que essa conversa não vai existir, pois você terá muitas outras provas depois dessa! #SQN
"Adoraria almoçar com você agora, mas tive uma intoxicação alimentar essa semana." Com saúde não se brinca, a pessoa jamais irá insistir se você colocar doença no meio. Alergia e fobia também são boas desculpas para dizer não, sem precisar dizer a palavra "não".

2. PARE DE ACREDITAR TANTO NAS PESSOAS (E ACREDITE MAIS EM VOCÊ!)
Tem coisas que a gente acaba levando no bom humor, mas aqui o papo é bem sério! Quantas decepções poderiam ser evitadas se seguíssemos esse passo à risca, quantas expectativas deixariam de ser frustrantes se acreditássemos mais em nós mesmos do que em outras pessoas? 

Você já deve ter ouvido de alguém aquela célebre frase clichê: "Vamos crescer juntos!" Ou então, "vai ser bom pra você!" Mas o tal do crescer juntos, depende de que ela cresça para ajudar você a crescer. E para que ela cresça, VOCÊ terá de se esforçar trabalhando pra ela, pra quem sabe, ter alguma vantagem no futuro. Você já parou pra pensar, que você poderia pular essa etapa e fazer algo por você? Gaste toda essa energia e conhecimento que você tem, fazendo para você e não para os outros. Para ficar mais claro, vou dar um exemplo: Alguém acabou de abrir uma empresa de artes gráficas e te chama para trabalhar. Como você é um ótimo profissional, a empresa começa a ficar conhecida e gerar mais lucros por conta do seu trabalho bem feito. Mas você ganha um salário fixo, independente do quanto trabalhe e o reconhecimento fica todo para o dono da empresa. Imagina se você resolvesse trabalhar como freelancer, em casa, fazendo o que você sabe fazer de melhor, mas gerando lucros para você? Claro que é mais arriscado, dá uma certa insegurança e pode dar errado. Mas imagina se dá certo? Você nunca saberá se não tentar!

Claro que existem casos e casos, muitas vezes é legal se ajudar, sim! Em outros, você pode adquirir experiência. Mas se isso acontece sempre com você, é preciso dizer "CHEGA"! Analise bem cada situação, pois na maioria das vezes, a vantagem maior será da outra pessoa.



3. NÃO ACEITE QUALQUER PROPOSTA!
Aqui o caso é parecido com o anterior, só que ao contrário. Você é dono do seu próprio negócio, mas também deve pode ser feito de trouxa. Não são só os "grandes" que tentam se aproveitar da boa vontade alheia, os "pequenos" também. Sabe por que? Por que isso não depende de status ou classe social, é relacionado a caráter. Você receberá milhões de propostas, quase sempre em troca de divulgação do seu serviço ou produto. O objetivo é conseguir algo sem ter que pagar por aquilo. Isso mesmo, sendo bem direta! Se aproveitam da boa vontade, da fama, e do que mais for preciso para conseguir algo às custas do trabalho dos outros. Vocês já devem ter visto muitas situações desse tipo, e até vivenciado. Vale lembrar novamente que, há casos em que é muito bom se ajudar, mas precisa ser sincero, de coração. 

E vou falar a verdade, propostas desse tipo quase nunca dão resultados satisfatórios. Você perde tempo, deixar de ganhar dinheiro e acaba tendo que trabalhar muito para fazer algo que no final, não te renderá nenhum benefício, nem grana e nem visibilidade. Só mesmo experiência, experiência de ser trouxa. Alguém sempre vai ganhar algo em cima do teu trabalho, então, não deixe que isso aconteça mais. Anote esse parágrafo na agenda, para não esquecer, e daqui pra frente só aceitar propostas e parcerias com quem realmente vale a pena, te leve a sério e que os resultados sejam os mesmos para ambas as partes!

4. PUXA-SACO: O PIOR TIPO DE PESSOA 
Esse tópico resume os dois anteriores. Nos dois casos, existirão os puxa-sacos - Não seja essa pessoa! - Se você tenta se aproximar de alguém por interesse, seja pelo que for, essa pessoa vai acabar usufruindo dos seus serviços ˜gratuitos˜ e nunca irá te dar nada em troca, porque ela sabe que não precisa, pois consegue o que quiser de você. Portanto, seja mais linha dura e seja firme com todos. Não confunda auto-confiança com arrogância, são coisas bem diferentes! E também evite o efeito contrário, se você for bem-sucedido, muitos virão atrás de você por interesse, por isso, leve o item 3 desse post a sério, ok? Tenha bons contatos, ajude os outros para ser ajudado, mas saiba identificar quando isso deixa de ser algo bom e vira exploração ou interesse.




5. ELIMINE DA SUA VIDA PESSOAS INDESEJÁVEIS
Vou contar rapindinho uma história bem pessoal, e o que aprendi com ela. Eu tive várias pessoas, uma em especial, que me prejudicou muito na época da adolescência. Fazia intrigas, falava mal de mim até pra minha própria família, mas se fazia de amiga e dizia que só queria ajudar. Passaram muitos anos, e ela continuou fazendo a mesma coisa. Porque raramente as pessoas mudam. Cansei de engolir tudo que ela fazia e passei a ignorá-la. Não, não briguei, não xinguei, nada disso. Apenas eliminei da minha vida quem me fazia mal. Ao contrário do que você possa pensar, isso é saudável sim! Você não precisa alimentar raiva, nem rancor. Apenas seja indiferente e não tenha mais nenhum tipo de vínculo com essas pessoas. Você se sentirá mais leve! E não se preocupe, dificilmente ela virá tirar satisfações, porque ela sabe muito bem a razão da sua atitude. Se ela vier falar com você, fale numa boa tudo o que você pensa, mostre-se uma pessoa bem resolvida!

Espero que esse texto possa inspirar vocês! Esse recado vai para todas(os), mas principalmente para você que é blogueira: Sejam sinceras sempre, interajam bastante, façam amizades legais com pessoas que te fazem bem, que gostam de você, que têm os mesmos interesses! Ajude, divulgue e compartilhe de forma voluntária. Elimine da sua vida o "Segue de volta!", não faça as coisas pensando só em ganhar dinheiro, ele é consequência. As coisas podem até demorar mais, mas você será recompensado de forma espontânea!

Espero que esse texto possa inspirar vocês, pois foi escrito de coração!

Os lenços e o câncer: Conheça a história da Desirée

10 de novembro de 2015

Hoje o post vai ser um pouco diferente! Vocês vão conhecer a história da Desirée, que foi minha professora na faculdade de Jornalismo e que hoje eu considero uma grande amiga! No início do ano, ela foi diagnosticada com câncer de ovário. Apesar do sofrimento, a história dela é de superação e otimismo, um grande exemplo de mulher! Já a admirava antes, agora mais ainda, e acredito que vocês também vão passar a admirá-la ou até mesmo se identificar coma história dela! Eu pedi para que ela mesma escrevesse um texto especialmente aqui para o blog, ela topou, adorou a ideia e o texto ficou incrível! Então, pega o lencinho e senta, porque a história é linda e emocionante! Ela também fez um ensaio de fotos, que ficou maravilhoso e eu usei para ilustrar o post! :)



"Ainda lembro que na virada do ano, eu, Carol, Vitória, Luís, minha mãe e meu irmão estávamos na praia, pulando as sete ondas e fazendo os pedidos pra 2015. Na verdade não lembro dos sete pedidos, mas lembro que entre eles eu pedi saúde pros meus filhos, mãe, pai e irmãos. Não pedi nada pra mim. Afinal, nunca tive nada mesmo! Nunca precisei fazer uma cirurgia, nunca quebrei um osso sequer. Só fui parar em um hospital pra ganhar meus filhos! Ah! Porque pedir saúde, né? Eu queria um amor, sucesso na profissão, dinheiro, essas coisas. Pois é! Mas, já no comecinho do ano, eu sentia algo estranho: barriga sempre inchada, aquela sensação de quem comeu demais, um cansaço extremo e uma cólicazinha bem chata. Dá-lhe Buscopan! Deitava um pouquinho e já melhorava. Só que aquela cólicazinha começou a ficar mais frequente, mais forte. E a barriga? Nooossaaaa!!! Já estava bem grandinha! Logo eu, que ia pra academia todos os dias, era aula de Zumba, bike, GAP! O jeito foi procurar um médico: exames disso, exames daquilo, até que através de uma ressonância, apareceu uma massa estranha no útero e ovários, e era por isso que a barriga estava crescendo. Nessa época, já sentia dor e dificuldade pra andar (eu andava rastejando). Com o laudo da ressonância na mão, minha mãe ligou pro médico em Curitiba, e de imediato: "Desirée, venha amanhã e traga uma mala, porque você vai pra cirurgia!!!"

A descoberta

"Permitam-me apresentar: Meu nome é Desirée Larocca Estevam, sou mãe da Carol, do Luís e da Vitória. Tenho 39 anos, divorciada e moro em Ponta Grossa/PR. Fui professora da Maria no curso de jornalismo e hoje somos amigas. E foi através do convite dela que vou contar minha história de luta nesse 2015.

Em fevereiro desse ano, fui diagnosticada com câncer de ovário. Para encurtar um pouco a história, vou falar que, meu histórico familiar e a descoberta da doença com a minha mãe, em 2012, me levaram a fazer um exame de sangue pra descobrir se eu portava a tal "herança" genética. Essa é a única semelhança entre eu a Angelina Jolie (hahahaha)! Então, desde 2012, venho realizando um acompanhamento médico para prevenir o desenvolvimento da doença ou detectá-la logo no início. Meu último check up foi em setembro de 2014 e em janeiro de 2015 descobri que já estava doente.

O negócio foi enfrentar, não tive tempo de ficar pensando ou me lamentando, pois, de um dia pro outro, me vi fazendo a cirurgia. Retirei útero e ovários, e assim, grande parte do câncer. Bom, então voltei pra casa com um corte imenso na barriga, ainda me arrastando e com dez quilos a menos.


Nessa época, eu fiquei deprimida, não queria ver e nem falar com ninguém. A vontade era só de dormir pra ver se passava mais rápido. Teve muito choro, muita raiva. Achava tudo muito injusto! "Como que Deus deixou acontecer isso comigo no momento que eu estava na melhor fase da minha vida???"




A queda

Tava revoltada!!! Com o tempo isso foi passando, os amigos começaram a me visitar, e eu não ficava mais de pijama o dia inteiro. Então, comecei as sessões de quimioterapia e veio a tal preocupação com as reações e a queda do cabelo. A médica falou dos enjoos, da fraqueza, mas o que me preocupava mesmo era a queda do cabelo. Lembro perfeitamente quando ela falou: "Seu cabelo começa a cair a partir do 15º dia após a primeira sessão de quimioterapia." Lógico que eu fiquei contando, né? Cada vez que eu ia pentear os cabelos, eu olhava na escova para ver se eles já estavam caindo. Então, para tentar amenizar o impacto, cortei o cabelo, comprei uma peruca e peguei vários lenços que eu já tinha e outros que minha mãe usou quando ela fez a quimio. Mas, foi na Páscoa, enquanto eu estava na casa da praia, que eles começaram a cair, ou melhor, despencar. Tinha cabelo por todos os lados, era horrível! Eu resisti por alguns dias, até que chamei a Lara, minha cabeleireira, para passar a máquina e me livrar daquela situação. Pronto, eu não tinha mais cabelo!

Também fui ficando sem sobrancelhas, sem cílios e sem aqueles pêlos da região ali debaixo. Sabe quando você olha no espelho e se acha parecida com uma lagartixa? Foi bem assim que eu me senti quando me olhei no espelho. Sorte que existe a maquiagem! No começo, eu usava peruca direto, comprei uma parecida com o meu cabelo e então as pessoas não notavam a diferença. Só que esse negócio de peruca me incomodava muito, eu tinha a preocupação dela estar torta, de um vento forte a arrancar, essas coisas.


Daí a opção foi usar lenços, ou "os panos", como dizia a Carol. Sempre usei lenços coloridos, brincos grandes, anéis e maquiagem. Tinha dias que me sentia uma cigana, de tanto badulaque! Mas o pessoal gostava, até elogiava. Diziam que combinava comigo! Ah, e outra coisa, eu sou aquela pessoa que adora uma selfie, então todos os dias eu postava uma selfie usando lenço! Foi nesse momento que eu fui perdendo o medo da doença e encarei de vez!



A superação

Sair de lenço na rua, mostrava que eu tava enfrentando tudo aquilo com bom humor. Muitas pessoas têm vergonha de falar que estão em tratamento de quimioterapia, de falar que estão com câncer. Acho que isso deve influenciar muito na recuperação e no enfrentamento da doença. Não queria que as pessoas tivessem dó de mim, sempre fui corajosa! As sessões de quimio foram acontecendo. Tinha dias que eu tinha enjoo, no outro falta de apetite, no outro cansaço e assim ia vivendo. A comida ficava sem gosto. E como sou eu quem faço o almoço, às vezes caprichava no sal e ninguém conseguia comer (rsrsrs)! Fiquei expert em sucos também, isso ajudava a passar o enjoo. Inclusive, o gengibre era ingrediente essencial. Já quase no final da quimioterapia, eu fiz um ensaio fotográfico careca e usando lenços. Na verdade, eu estava me sentindo um pouco pra baixo e feia.

A ideia era dar uma levantada na autoestima, e deu tão certo, que o pessoal do Hospital Geral de Curitiba viu minhas fotos no site do estúdio, e convidou a fotógrafa para realizar uma exposição de fotos usando as pacientes da oncologia como modelos! 

Essa exposição aconteceu no Outubro Rosa! Eu também postei algumas fotos no meu Facebook, o que chamou a atenção de muita gente. Meu face bombou (hahaha)!!! Fui convidada para participar de um programa de tv em uma emissora local e também participei de uma reportagem sobre uma campanha de doação de lenços e recentemente, dei uma palestra para alunos de um colégio estadual aqui de Ponta Grossa. Tudo envolvendo o tratamento de câncer! Nunca falei sobre os sintomas, os métodos de prevenção, etc. Isso eu deixo para os profissionais da saúde. Eu queria mostrar que a pessoa em tratamento continua viva, bonita!
Já que temos que encarar essa doença, que seja com bom humor, alegria, otimismo e sempre muito bem maquiada e arrumada! A beleza de uma mulher está no brilho do olhar, no coração alegre, na alma cheia de luz. Cabelo é só uma moldura! 


Hoje fazem três meses que terminei as sessões de quimioterapia. Meu cabelo já está crescendo, estou com um corte do tipo "Elis Regina". Já até passei uma cor neles, pois nasceram meio grisalhos (rsrsrs!) Deixei de usar lenços. Mas eles continuam lá, guardados em uma caixinha e logo voltarão a serem usados. Dessa vez, e novamente, na cabeça da minha mãe, que através de exames de rotina, descobriu que a doença voltou. Mas, vamos juntas, eu e ela, enfrentar tudo isso com otimismo bom humor e força! Não me considero um exemplo para ninguém, mas procuro ser cada dia melhor para mim mesma. Beijos!"

♥ O texto foi escrito pela Desirée e as fotos do ensaio foram feitas pela Ana Paula Sant'Ana Art Photo.

Atitudes para ter uma vida mais positiva e otimista!

30 de setembro de 2015

Vocês sabiam que o blog foi selecionado para o concurso We Love Fashion Blogs 3, realizado pela Petite Jolie? Estamos entre os 100 blogs escolhidos e eu fiquei muito feliz! Feliz em participar e também por estar junto de outras blogueiras super talentosas que eu acompanho sempre! O tema da Petite Jolie é Dias Iluminados e o primeiro desafio é o assunto desse post: atitudes para ter uma vida mais otimista. Listei algumas coisas que procuro sempre praticar para viver uma vida com mais positividade e leveza!

1. VIVA O TEMPO PRESENTE
Duas coisas que não fazem bem para nossa vida: se apegar ao passado e ficar ansiosa pelo futuro. Lembrar aquele namorou que acabou, stalkear pessoas que fizeram parte da sua vida, ficar se lamentando porque as coisas hoje não são como antes, só tenho uma coisa a dizer: Desapega! Sim, nada será como antes! Ainda bem, né? Já pensou que chato seria? Tudo melhora com o tempo e com certeza a vida te reserva coisas muito melhores agora, não precisa sofrer pelo passado! E se você passou por algo ruim, saiba que, infelizmente, não há nada a ser feito nem desfeito, por isso, faça diferente daqui pra frente! E quanto ao futuro, ficar desejando algo que você ainda não tem, sofrendo por antecipação, só vai te deixar ansiosa. E ansiedade não faz nada bem! Aproveite o que você tem hoje e lute pelos seus objetivos, mas vá com calma! Sonhe, mas sempre com os pés no chão e realmente fazendo algo para o que você quer que aconteça!

2. ENCONTRE UMA PROFISSÃO OU ATIVIDADE QUE VOCÊ AMA
Quando estamos sem rumo, sem objetivos na vida, nada parece ter sentido, concordam? Por isso, é essencial encontrar uma profissão, hobby ou atividade que você goste e faça com amor! Eu pensava assim, era super desmotivada e estava desesperada, tinha medo de chegar aos 30 anos e ainda não ter "dado certo" na vida em relação à vida profissional. Foi aí que a fotografia entrou na minha vida, em um momento bem difícil, e hoje tudo que eu planejo ou faço, gira em torno dela. Inclusive, eu me empolguei com o blog por causa da fotografia, pois já tava desistindo de tudo! Foi o up que eu precisava!



3. CONVIVA COM PESSOAS DO BEM
Outra coisa importante é, além de fazer o que você ama, fazer com quem você ama! Cerque-se de pessoas que possam te ajudar, inspirar, motivar e evite as pessoas negativas, limitadas, que não te acrescentam em nada e sempre te colocam pra baixo ou acabam com sua empolgação. Eu posso comprovar na prática, já trabalhei com os dois tipos de pessoas e posso garantir sim, que isso influencia e afeta a auto-estima e a força de vontade. Isso não vale só para trabalho, mas também para a vida pessoal. Quem nunca teve aquela amiga chata que dá palpite em tudo, se acha conselheira, mas que nunca está presente nos momentos que você precisa? Quero distância, sai pra lá mimimi!!!

4. FAÇA UMA PLAYLIST PARA A VIDA
Algo simples, mas que vai te ajudar muito a ter uma vida mais leve e positiva! Reúna em uma playlist todas as músicas que você mais ama, aquelas que te trazem bons sentimentos! Nada de colocar aquela música que deixa na bad, tá? Aí leve ela para todo lado, deixe no computador, no celular, carregue junto com você! Na hora que bater aquele estresse ou a deprê, é só colocar os fones de ouvido e deixar fluir! A música traz boas sensações, motiva, anima, e é uma verdadeira terapia! Até fiz uma pequena playlist com músicas animadas que sempre escuto aonde eu estiver, quem sabe não fará bem para vocês também, né? :)



5. CURTA A VIDA OFFLINE!
A internet é muito útil, mas há uma vida para ser vivida além disso tudo! Você não precisa deixar de compartilhar coisas legais, postar no blog ou tirar selfies. Apenas gaste mais tempo apreciando as coisas que estão ao seu redor. No mundo virtual tem muita coisa boa, mas também tem discussões, exposição excessiva e gente querendo viver ou mostrar uma vida que não tem. E isso não faz bem pra ninguém, né? Por isso, saia com seus amigos, leia um livro, viaje, respire ar puro, brinque com seu cachorro, almoce com seus pais (com o celular bem longe!). Se eu estiver em casa e no computador, sempre procuro reservar um tempinho para ir lá fora, brincar com as cachorrinhas, conversar com minha mãe ou inventar algo na cozinha. Me faz muito bem e eu fico mais inspirada! E se você gosta de compartilhar sua vida nas redes sociais, vai ter muito mais coisa para contar depois de começar a se divertir mais, longe da internet! Viu como dá para conciliar as duas coisas? Relaxe, curta a vida e desestresse, assim quando você estiver no mundo virtual, aquele unfollow ou aquele comentário ofensivo não vão afetar sua paz de espírito!



6. INSPIRE-SE!
Busque referências, conheça pessoas novas, converse, leia, crie um mural de ideias! Inspiração nos motiva e nos ajuda a correr atrás de nossos objetivos, alegra nossa vida e nos dá coragem para seguir em frente! É preciso buscar inspiração constantemente, ir atrás de coisas novas e diferentes. Por exemplo, para me inspirar a fazer esse post, eu criei um painel no Pinterest chamado #diasiluminados, cheio de frases lindas e motivacionais, todas elas são muito verdades! Para ver, é só clicar aqui! *-*
  
Achei tão legal e incentivadora essa ideia, que chamei algumas amigas blogueiras e leitoras e perguntei para elas o que fazem para levar uma vida mais positiva! Tem muita coisa linda e inspiradora nas palavras dessas meninas, olhem só:



Espero que tenham gostado das dicas e que pratiquem esses pequenos passos no dia a dia, eu sempre procuro seguir e posso dizer que faz muita diferença! Agora me contem, o que vocês fazem para ter uma vida mais otimista?
Gostou desse post? Você pode me ajudar votando nele! É só clicar AQUI. 
Obrigada! :)

Um post fora dos padrões! #stopthebeautymadness

2 de setembro de 2014

"Imperfeição é beleza, loucura é genialidade, e é melhor ser absolutamente ridícula do que absolutamente maçante."

Todo mundo tem uma história dessas para contar, né? A minha começou aos 9 anos, quando minha mãe me ensinou a chupar a barriga, dizia que era feio andar com a pança saltada e que eu ficava mais "bonitinha" se segurasse a barriga. Sei que não é culpa dela, porque ela também sofreu por não estar nos padrões da época dela. E por não querer que eu sofresse por ser "diferente", achava que esse era o melhor jeito de viver, tentando ser igual a todo mundo. Acostumei tanto com isso, que até hoje eu ando assim, sem perceber.

Aos 12, minhas amigas de escola diziam que meu cabelo era ruim por ser ondulado, que eu precisava de uma chapinha e que minha pele também era ruim, pois tinha bastante cravos no queixo e no nariz. Um dia, me seguraram pelos braços e eu só consegui me soltar depois que elas tiraram mil cravos do meu rosto, cabelo lavado, escovado e liso. Saí de lá com a cara vermelha, a auto-estima um lixo e me sentindo a maior boba do universo. Eu cresci tão complexada, que somente há pouco tempo atrás, eu percebi que quase todo mundo tem cravos no rosto e que é a coisa mais normal do mundo, principalmente quando a pele costuma ser oleosa.

Eu nem vou comentar sobre os meninos da época da escola, porque vocês já devem imaginar. Eu tinha vontade de me jogar da janela toda vez que resolviam fazer votação da menina mais bonita da sala ou quando mandavam os meninos escolherem as meninas para dançarem na festa junina. Gente, porque as escolas faziam isso?

Aos 15, a chapinha se popularizou e eu pedi uma de presente para a minha mãe. Eu lembro que nunca tinha me sentido tão bonita daquele jeito, só por ter um cabelo liso. E até hoje eu uso chapinha, nem que seja só para ajeitar a parte da frente, que costuma ficar mais enroladinha.

"O que eu quero ser quando crescer? Linda."
Eu nunca me achei linda, não gostava do meu corpo, mas até que não tinha do que reclamar do meu rosto. Até que uma amiga me disse que eu tinha os olhos caídos, e só aí que fui perceber que eram mesmo. Hoje eu sei que existem várias pessoas com a pálpebra mais gordinha, mas naquela é época eu me sentia um et e parei de usar sombra nos olhos. Aos 17, uma outra amiga comentou que meu nariz era grande, o que também eu nunca havia notado.

Aos 19, um idiota me fez ver o quanto eu era anormal. Dizia que eu era muito gorda para usar certos tipos de roupa e que eu nunca seria como a "Fulana" ou aquela outra "Fulana", que por mais que eu me esforçasse, elas sempre seriam mais bonitas do que eu. E isso foi só o começo.

Engordei, emagreci, engordei de novo. Me pergunta se eu era mais feliz magra. A resposta é NÃO! E sabe por quê? Porque a minha vida toda girava em torno de um sonho de beleza que nunca iria existir, porque eu fazia coisas absurdas para perder peso e isso só me fez sofrer. Foi a pior fase da minha vida!

Eu sempre fui o que os outros queriam que eu fosse, sempre busquei uma beleza que as outras pessoas diziam que eu não tinha. Talvez se ninguém nunca tivesse falado nada, eu jamais teria percebido tais "defeitos".

"Meu mérito"

É claro que se arrumar, usar maquiagem e cuidar do cabelo são coisas que nos fazem bem, melhoram a auto-estima e nos sentimos mais bonitas. Mas é preciso saber diferenciar uma coisa da outra. É errado apontar o dedo, julgar ou fazer aquilo que não queremos apenas porque outras pessoas acham que deve ser assim. Se arrume para você, e não para os outros! Foi isso que aprendi depois de tudo isso, e olha que eu ainda tenho muito o que aprender! 

Depois de ver várias blogueiras compartilhando histórias incríveis, resolvi também compartilhar a minha! Eu, mais do que ninguém, sei o quanto é difícil nos aceitarmos como somos. Usem a maquiagem para realçar o que vocês têm de mais bonito, nunca com o objetivo de esconder ou mascarar um "defeito" que só você vê! Obrigada por lerem me desabafo até aqui!

Eu fui convidada pela Curiosa Juh a participar do #stopthebeautymadness e aí está a minha foto sem maquiagem, sem filtro, sem photoshop e sem vergonha, haha! Eu gosto de maquiagem, mas também adoro sair de casa com a cara lavada, haha, às vezes dá uma preguiça, né? :)

#AcordaBrasil

18 de junho de 2013


Ponta Grossa/PR - Foto: Fernanda Kautk

E digo para vocês, que há muitos anos eu espero por isso. Quando eu tinha dezessete anos, eu queria mudar o mundo. Foi nessa época que eu comecei a ouvir punk rock, comecei a usar roupa rasgada e aboli do meu cardápio qualquer produto que fosse da Coca-Cola ou do M'c Donalds. Eu vibrava quando via no noticiário que um banco foi roubado e queria que o mundo fosse anarquizado. Comecei a votar nulo. Eu nem sabia a fundo o que era anarquia, ouvia falar só. Mas era a melhor forma de mudar o mundo. Parece bobo, mas esse era meu jeito de fazer alguma coisa.

Mas essa fase passou. Eu mudei e passei a querer mudar a mim mesma, o mundo não precisava de mim. Eu me tornei uma pessoa "normal", digamos assim. Uma cidadã comum que se vira para pagar as contas no fim mês. Alguém que fica indignada com as coisas ruins que acontecem no país, mas depois passa e tudo volta a ser como antes.

Sempre que eu lia alguma coisa sobre o golpe de 64, as eleições de 89, o Impeachment, eu desejava imensamente ter nascido naquela época, só para poder fazer parte daquele momento e ajudar a escrever a história do nosso país. Mas em 26 anos de existência isso nunca aconteceu, o Brasil ficou acomodado e nunca houve algo relativamente grande para lutar. Participei de algumas manifestações, mas para defender o ponto de vista de um determinado grupo. Mas nunca para defender a liberdade e o direito de uma nação inteira. 

Mas desde ontem, meu espírito revolucionário despertou. Eu sabia que eu não tinha mudado de verdade. Eu quero mudar a mim mesma cada dia mais, mas ainda quero que o mundo mude. E acredito que é isso o que todo mundo quer. Agradeço à vida por me dar a oportunidade de viver nesta época e presenciar tudo que está acontecendo. Podem ter certeza, que depois de tudo isso, nossa vida ganhou mais graça, mais sentido e mais esperança. É lindo ver o povo unido! E eu vi! Eu vi!

E nessas horas eu tenho orgulho de dizer que VOTEI NULO, desde que fiz meu título de eleitora. E tudo aquilo que eu sempre desejei, hoje vejo que pode se tornar realidade. Que o número de votos nulos cresçam extraordinariamente! #AnulaBrasil

26 anos!

22 de março de 2013

Hoje é meu aniversário e completo 26 anos! Estou cada vez mais perto dos 30 e confesso que isso me assusta um pouco, haha! Mas hoje não é dia de ficar reclamando da idade ou de qualquer outra coisa, né? É dia para comemorar! Fiz uma linha do tempo, com fotos desde meu primeiro aninho até os 25! É tão bom relembrar e ver quanta coisa mudou…! Os cortes de cabelo, o jeito de se vestir, o estilo, os gostos, tudo! Tive milhões de fases e cada foto tem uma história para contar :)


E não poderia faltar uma trilha sonora! Deixo com vocês "Lugar ao Sol", uma música muito marcante, que me identifico e gosto muito, e acho que algumas partes dela têm tudo a ver com a minha fase atual!

"Que bom viver, como é bom sonhar
E o que ficou pra trás passou e eu não me importei
Foi até melhor.
Tive que pensar em algo novo que fizesse sentido. 
Ainda vejo o mundo com os olhos de criança, 
que só quer brincar e não tanta responsa.
Mas a vida cobra sério e realmente não dá pra fugir.
Livre pra poder sorrir, sim.
Livre pra poder buscar o meu lugar ao Sol!"


Beijos! ♥


Meus vinte e poucos anos

26 de fevereiro de 2013


Ontem estava voltando para casa, de ônibus. Atrás de mim, sentaram três jovens de uns 15 ou 16 anos. Faziam brincadeiras sem graça, o garoto chamava a garota para ir na casa dele "conhecer a sogra" e ela ficava se fazendo de difícil. E eu pensando, "que papinho idiota!"

Mas quanta hipocrisia, né? Até os meus 20 anos, eu fazia brincadeiras do mesmo tipo e sem a menor graça. Eu queria aparecer, fazia de tudo para chamar a atenção e fazia caras e bocas nas fotos que iriam para o avatar nas redes sociais. E nos meus 16 anos nem se fala! Queria aprender a andar de skate e mudar o mundo, cheia de conceitos e rebeldia. O mundo não mudou, mas eu mudei. Isso já fazem 10 anos, e o que mais me dói é que não vi esse tempo passar. Onde foram parar as músicas e os cd's que eu escutava? Onde foram parar as revistas que eu lia? As roupas que eu usava? Os ideais? As fotos que eu tirei? O que foi que eu perdi, Vida? Para onde você levou tudo aquilo que eu tinha?

Essas são perguntas que só quem fica velho faz. Eu posso não ser velha. Mas eu não tenho mais 16 anos como aquela garota do ônibus. Naquela época eu só queria ser feliz, fazer tudo que eu tinha vontade, voltar para a casa a hora que eu quisesse, deixar para estudar amanhã e comer salgadinho com coca-cola no recreio. Eu queria, queria muito. Eu só sabia querer.

Hoje a vida quer de mim. A vida exige coisas que eu não sei como fazer, mas que eu tenho que fazer. Eu preciso decidir a profissão que eu quero ter, e preciso fazer isso hoje, porque amanhã talvez a vida não me dê uma chance de escolher. Eu preciso casar, ter uma casa própria, ter filhos e estudar tudo sobre tudo. Porque tudo sempre está mudando e eu preciso me manter atualizada sobre todas as coisas. Eu preciso ver o noticiário, porque agora eu sou adulta. E nas únicas horas de folga que eu tenho, assisto a um filme ou leio um livro, mas sempre pensando nos meus deveres de amanhã. Porque o amanhã sempre está na minha cabeça.

É impossível viver um dia após o outro. É preciso deixar tudo preparado, porque amanhã eu posso não ter mais forças ou tempo para fazer o que eu deixei para trás. E quando começam as dores nas costas e nas pernas, é a hora em que eu mais tenho que trabalhar. É a época em que mais se trabalha para ter algo, mas a que menos se ganha dinheiro.

Aproveitei ao máximo a minha vida, fiz uma faculdade, fiz vários cursos, aprendi coisas, perdi coisas, fiz coisas, acertei algumas, errei em outras. Mas a sensação é de que ainda não fiz nada, e que preciso fazer antes dos 30, porque depois tudo isso vai perder o sentido. O que virá depois? Eu prefiro não saber o que vem depois. Mas por favor, Vida, passa mais devagar? Só um pouquinho!

Fim de ano!

31 de dezembro de 2012


Resumindo, 2012 para mim, foi um ano de planejamento, decisões e o início de projetos que pretendo levar adiante. Espero que 2013 seja um ano de pôr em prática as decisões que tomei, de muita confiança e que não seja muito monótono. Acredito que seja mais ou menos o que todo mundo espera, não é verdade?

A mensagem que deixo para vocês é que, não se prendam a um início de ano. Claro que é gostoso criar uma lista de objetivos, fazer planos e começar com o pé direito! Mas não deixem a empolgação passar, não deixe a sua listinha jogada num canto. Se leve mais a sério e cumpra aquilo que você prometeu, em qualquer dia do ano. Todo mês é um novo começo, todo dia é um novo começo!

Li esse texto, que está abaixo, na revista Gloss de dezembro e achei que reflete exatamente aquilo que fazemos em cada final do ano. Leiam, vale a pena! E desejo, sinceramente, para todas vocês, que o ano que vem seja maravilhoso! Obrigada por estarem sempre por aqui e prometo que estarei mais presente no blog no ano que vem! Feliz 2013! :)

"Durante um bom tempo, meu réveillon nunca era lá grande coisa. No fim do ano, eu já ia sentindo uma mistura de mau humor e vazio existencial. Quando eu morava com meus pais, eles nunca queriam viajar. Entrei na faculdade e podia ficar à vontade para viajar sem eles - mas cadê o dinheiro? Comecei a trabalhar, passei a morar sozinha e adivinha: preocupada com a dicotomia viver de frila/ pagar aluguel, achava melhor passar a virada do ano jogando baralho com amigos igualmente desafortunados.

Aí as coisas melhoraram. Veio um réveillon no Rio. Outro em Natal. Outro em Barcelona. Será que a maldição tinha sido quebrada? Nada disso. Àquela altura, já sabia: Eu podia estar em um lugar incrível e em ótima companhia, que o vazio aparecia em algum momento. Não era por causa do que eu fazia no réveillon: era por causa do próprio réveillon. Claro.

Alguém me disse que, em nossa cultura, somos preparados para decolar, não para aterrissar. Faz sentido. Subir na carreira é empolgante, se aposentar parece um tédio. Começar um namoro é uma delícia, ser feliz depois de anos de relação é mais complicado. A gente ama descobrir um livro ótimo, mas sente um buraco quando ele acaba. Gosta dos preparativos da festa, não quando estão varrendo o salão.

Mas fico pensando nessa nossa mania de dividir o mundo em dois. Você prefere praia ou campo? É ansiosa ou tranquila? Como se fôssemos um simples formulário. Como se não pudéssemos ouvir sertanejo na balada e, num momento mais introspectivo, curtir um jazz no carro. Rivalidades que não precisam existir são criadas  o tempo todo. Tentativa de simplificar a vida, parece.

Talvez os fins sejam como nós: muito mais complexos do que uma opção entre A ou B. E talvez eu não sentisse o mau humor e o vazio existencial se me lembrasse de que eles - os fins - estão colados nos começos. Dividimos o mundo em dois para achar que o entendemos melhor. Mas, no fundo, nós sabemos bem: não existe salão para varrer se não tiver havido uma festa antes."

Texto retirado da coluna de Liliane Prata, da revista GLOSS deste mês.

Nostalgia Noventista

24 de fevereiro de 2012


Créditos da foto: Melina Souza (www.melinasouza.com)


Vocês já repararam que o compact disc ou CD para os mais íntimos, se tornou algo nostálgico, quase um vintage? Pois é, quem tem mais ou menos a minha idade (entre 20 e 30 anos) deve se lembrar desse objeto que ocupava nossas estantes.
Ainda lembro dos meus 12 anos e da sensação que a gente sentia cada vez que comprava um cd da nossa banda favorita. Quando os Raimundos lançaram “Só no Forevis” e os Backstreet Boys lançaram o álbum “Millenium” quase ninguém tinha acesso à Internet, quanto mais baixar música. Mesmo quem tinha acesso, para baixar uma música era necessário umas 2 horas de espera, isso quando a net não ficava caindo porque era discada.
Mas a sensação de comprar aquele cd, que custava em torno de 25,00 reais (eram os mais caros na época!) que você ficou esperando durante meses, juntando a mesada para poder comprar, era um sentimento único que misturava euforia, alegria e vontade de sair contando pras amigas que você agora tinha aquele cd.
Pegar o encarte, ler e cantar as músicas, cuidar para que não rasgasse e quando tinha pôster no meio então! Você suspirava, deitava na cama e ficava horas ouvindo as músicas, até enjoar. E não, não é a mesma sensação de comprar um cd por R$9,90 na promoção das Americanas!
Hoje, por mais que a gente compre, é diferente, pois você provavelmente já ouviu o álbum no YouTube ou baixou na net antes de comprar o cd. Naquela época, em meados dos anos 90 até por volta de 2003, era tudo uma incrível surpresa. Época gostosa!

Onde estão os meus sonhos?

14 de fevereiro de 2012

Durante um bom tempo, eu escrevi textos no meu blog Meu Lado Tyler. Quando criei o Novas Alices, acabei deixando ele de lado e parei de escrever, principalmente pela falta de tempo. Resolvi unir os dois blogs e postar alguns textos aqui, incluindo novos e antigos. Tenho a certeza que muitas de vocês vão gostar se identificar com eles! :)


Onde estão os meus sonhos?

Eu nunca soube acumular nada.
Jamais consegui guardar dinheiro, tampouco gerar expectativas a longo prazo.
Meus sonhos sempre foram embora antes que eu pudesse realizá-los.
Eu não desistia, só nunca soube esperar e acabava substituindo por outros sonhos.
As mágoas nunca permanecem por muito tempo. Mas com elas, vão-se também os sentimentos.
E eu espero que o vazio também vá embora logo.